sábado, 30 de janeiro de 2010

Status do Facebook das personagens de O Senhor dos Anéis







Te dizer que #euri. Vi no Vida Ordinária.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Rock In Rio 25 anos

Neste mês de janeiro, a primeira edição do Rock In Rio completa 25 anos. O festival, que colocou o Brasil no mapa das principais turnês mundiais, teve três edições no Rio (1985, 1991 e 2001) e depois se expandiu, indo para Lisboa (2004, 2006 e 2008) e Madri (2008).
Na edição de 85, grandes nomes estrangeiros do rock se misturaram aos nacionais, ainda começando, entre 11 e 20 de janeiro. Queen, Ozzy, Paralamas, Yes, Kid Abelha e vários outros grupos tocaram pra multidões na Cidade do Rock - um terreno gigante na Barra - e voltaram pra casa com a sensação de que tinham feito o maior show de suas vidas.
Quando o festival acabou, o governador do Rio na época, o saudoso Brizola, mandou demolir a Cidade do Rock, forçando a realização da edição seguinte, em 91, no Maracanã. Dez anos depois, o festival dos Medina voltou pro seu lugar de origem, que foi totalmente reformulado, com várias tendas, além do palco principal.

De acordo com O Globo, além de várias outras fontes, mais uma edição deve vir por aí: em 2011, Rock In Rio 4, no Rio.

Ah, antes que eu me esqueça: pra quem ficou interessado na história do Rock In Rio, pra quem gosta de música e/ou de ler o Salada, ou pra quem quiser dar uma moralzinha, no sábado agora, dia 30, às 10h da manhã, tem um documentário sobre o tema desse post na rádio CBN Rio (92,5 FM e 860 AM). Foi feito por mim e por mais alguns companheiros da ECO.
Ouça, se puder. Querendo comentar aqui, sobre o post ou o documentário, à vontade! :D

Aliás, estou sentindo falta dos comentários. Dá a impressão que ninguém mais lê o Salada além do pessoal que escreve. Comentem, isso nos faz felizes!

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É, se alguém (assim como eu) tentou ouvir, viu que não foi ao ar no horário indicado aqui no Salada e na Audioativo. Pra não deixar ninguém na mão, ouça o documentário na íntegra, com exclusividade (hahaha)!

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Daber she ze anachnu: Terça do Funk

"Posta com raiva!" - MC Marcelly sobre V.H

"Ele tá que tá..." - MR Catra sobre Salada Livre

"Só postada violenta!" - MC Luan sobre Terça do Funk

"Ratatatatatá, ratatatatatá!" -MC Doriva sobre Salada Livre

Sentiu saudades? Nem eu... mas depois de tantos pedidos e tantos sinais, resolvi por desenterrar a Terça do Funk.

Nesse sábado, dia 23 de janeiro, estávamos lá no - tão famoso - CIT (Centro de Informações Turísticas), da cidade de Niterói e, como o marasmo era imperdoável e não perdoava um cristão sequer, resolvi ler o caderno Prosa & Verso do jornal O Globo. Na última página me deparo com: Funk carioca em Israel. Ri alto e, só depois fui ler a notícia. Segue um trecho:




André Leones

"A luz não é das melhores, mas é possível ver o que está à frente e ao redor sem muitos problemas. No palco o cantor, duas dançarinas e o DJ com a parafernália de praxe. A galera dançando ao ritmo de funk carioca pode dar a impressão de que estamos na Cidade de Deus ou no Andaraí, mas não é o caso.

Estamos no Rich Mar, em Tel Aviv. Na platéia, brasileiros residentes ou de passagem pelo país cantam todas as músicas, coisa que não intimida os nativos e outros presentes no local. Pelo contrário: graças à música, a babel improvisada acaba por se tornar a mesma e única festa, como se todos ali farreassem juntos há tempos. Alguém poderia argumentar que se trata de uma característica da noite de Tel Aviv, cidade que, junto com a libanesa Beirute, é a mais cosmopolita do Oriente Médio, um ambiente secular se comparado ao de Jerusalém. Mas isso não importa. À medida que cantor, DJ e dançarinas incendeiam o lugar com uma sucessão de hits reconhecíveis mesmo por aqueles que não curtem a batida, temos a impressão de estarmos em um autêntico baile funk no coração da noite carioca.

Majestoso, gorducho, quem está no centro do palco fazendo o seu terceiro show naquela noite é o MC Sapinho de Israel. Careca coberta por um boné, camiseta larga e calça jeans enfileira frases e versos em português e hebraico. Está em seu elemento. O público percebe e canta com ele versos como: Na minha casa / O mal não vai entrar / Tem a bíblia e o alcorão / e na porta o Mezuzá". Todos ali parecem concordar alegremente que o "O bonde mais sinistro / É Jerusa e Nazaré". Assim, MC Sapinho segue em suas palavras, "introduzindo a cultura do funk" na pátria de Amoz Óz e Shimom Peres [...]"
Sandro Korn, o MC Sapinho de Israel, é o caçula de uma família de 4 irmãos e foi pra Israel depois do seu irmão mais velho fazer a aliyah (palavra que designa o processo pelo qual os judeus de outros países migram pra Israel) em 2000. Chegando lá, viveu no kibutz Ein Schofet, mas não teve tempo de se estabelecer: apenas 4 meses depois teve de servir o exército. Serviu dois anos na fronteira com o Líbano em um batalhão de artilharia antiaérea.

Todos sabiam do seu apreço pelo funk. Sempre que podia, vinha ao Rio e foi numa dessas que, numa festa de aniversário, foi convidado a dividir o Palco com MR Catra. Sapinho impressionou ao Chico Buarque do funk e logo recebeu uma proposta: Compor uma música juntos, misturando o hebraico e o português. Daí surgiu "Daber she ze anach(pigarro)nu, ou em português, "fala que é nóis". Logo o MC sapinho se tornou conhecido. Em Israel conhece Gilad Sabach, ou DJ Brasiloca e, com essa parceria, cai na noite de Israel chegando a fazer 60 shows por mês (TENSO), ganhando por volta de R$400 por apresentação.

Ele tá que tá introduzindo mais um elemento cultural brasileiro no mundo. No seu repertório tem Funk pra tudo quanto é gosto, dos antigos Raps aos funks mais novos.

Tenho que dar uma cutucadinha antes de ir embora. Uma vez, nem me lembro como, entramos numa discussão sobre o funk, diferente da bossa nova e do samba, não ter nada de brasileiro. Bom, como já disse antes, pingou aqui, misturou, disseminou, é nosso! Foi assim com o, hoje queridinho, samba e com a bossa. No vídeo a seguir podemos perceber os elementos da música dos antigos escravos brasileiros que, misturado ao eletrônico do hip-hop extrai-se o Funk Carioca. Desta vez em hebraico, inglês e português.

Segura essa:



E ae? Partiu Tel Aviv curtir um baile funk?

Shalon!

[Victor Hugo é: O Pente]

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Scorpions e a aposentadoria

Olá a todos que (ainda) nos lêem. Hoje eu trago uma notícia musical.
O grupo Scorpions anunciou em seu site oficial que a próxima turnê - que começa em março desse ano - será a sua última. Depois de 40 anos de carreira, os alemães lançarão seu último álbum, chamado "Sting in the Tail", entrarão em turnê por mais dois ou três anos e, então, encerrarão a trajetória da banda.

Quer dizer, pode ser que seja a última ou apenas a primeira das últimas, vide a quantidade de grupos que terminam e retornam depois de alguns anos.
Como homenagem aos Scorpions, dois de seus maiores sucessos: Still Loving You (ao vivo no Rock In Rio de 1985) e Wind of Change (em versão acústica).





E ainda essa semana tem mais rock pra vocês (cinco :P).

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

CDs Rap Brasil e o "Funk antigo"

Hoje eu venho aqui escrever sobre três CDs clássicos da música brasileira: Rap Brasil Vol. 1, 2 e 3, que marcaram uma época de ouro do Funk carioca. Como a parte histórica do estilo já foi muito bem esmiuçada pelo nosso amigo VH na série Terça do Funk, vou tentar seguir um caminho diferente nesse post.
Falar sobre o funk praticado nos anos 90 – chamado de Funk antigo, em oposição ao que é feito hoje – é falar sobre um estilo que, pelo menos no público que tem entre 20-30 anos, é uma unanimidade positiva. Músicas como o "Rap do Silva" e o "Rap da Diferença" são hinos dessas duas gerações, relembrando a infância ou as primeiras curtições nos bailes funk das antigas, "pré-tamborzão".

O ano é 1995. O funk desceu para o asfalto e tomou as rádios e a TV, começando a se transformar nesse fenômeno que vemos hoje. O estilo, que sempre foi uma afirmação da identidade do povo pobre carioca – vide músicas como "Rap do Salgueiro" e "Endereço dos Bailes", que citam várias comunidades do Rio – , era a nova aposta de sucesso do mercado fonográfico. Vendo essa possibilidade, a SomLivre lança três CDs que, além de render muito, serviram para espalhar o som feito nos morros para todo o país.
Agora deixa de história: lá vão os três Rap Brasil pra galera curtir:


01 • MC Cidinho e MC Doca - Rap da Felicidade
02 • MC Júnior e MC Leonardo - Rap Endereço dos Bailes
03 • MC Taffarel e MC Danda - Rap do Festival
04 • MC Sinistro e MC Milão - Rap do Amor
05 • MC Dinho e MC Leleco - Rap do Amigo
06 • MC Markinhos e MC Dollores - Rap da Diferença
07 • MC Nenêm - Rap da Cabeça
08 • MC Júnior e MC Leonardo - Rap do Centenário
09 • MC Cabeça e MC Xande - Rap da Dança da Bundinha
10 • MC Marcelo e MC Padilha - Rap do Curral
11 • MC Marcelo e MC Pulunga - Rap do Trem
12 • MC Nenêm - Rap da Rocinha



01 • MC Bob Rum – Rap do Silva
02 • MC Coiote e MC Rapozão – Rap da Estrada da Posse
03 • MC Cidinho e MC Doca – Rap da Cidade de Deus
04 • Vinny Max e Chiquinho – Rap da Espuma
05 • MC Marquinhos e MC Nanico – Rap da Primeira Dama
06 • Big Rap e Luciano – Rap da Idéia (Eu Vou Pro Baile)
07 • MC Neném – Eu Te Quero
08 • MC William e MC Duda – Rap da Morena
09 • MC Sandro e MC Bráulio – Rap do Corno
10 • MC Ailton e MC Binho – Rap da Massa Funkeira
11 • MC André e MC Fabinho – Rap do Alto da Boa Vista
12 • MC Bob Rum – Orgulho da Favela
13 • MC Lequinho e MC Rondinelle – Mensageiro do Amor
14 • MC Marquinhos e MC Leleco – Aí Shock


01 • MC Marcinho – Rap do Solitário
02 • MC Gorila e MC Preto – Dança do Gorila
03 • MC Suel e MC Amaro – Pra Sempre Você
04 • MC Pink – Rap do Garrincha
05 • Dr. Rocha e Mister Catra – Favela Também é Arte
06 • MC Leleco e MC Marquinhos – Rap do Amigo II
07 • MC Gláucio e Alan – Rap do Arrependimento
08 • MC William e MC Duda – A de Abalô
09 • MC Marcinho – Quero Você
10 • MC Sul e MC Amaro – Perdi Você
11 • MC Rodrigo e MC Andinho – Se Liga Moça
12 • MC Osmar e Dr. Sabará – Rap do Menor Carente
13 • MC Dance e Paulinho MC – Rap da Lourinha
14 • Júlio Índio – Alô Alô


quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Amizade

É, Vinição... Você não tem jeito mesmo. Sempre dizendo tudo o que sinto, mas minha eloquência (ou falta dela...) não me permite expressar.


"Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos .
Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências ...

A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles.
Eles não iriam acreditar. Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.

Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.
E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar.
Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.

Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer ...

Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!"
"A gente não faz amigos, reconhece-os."
Vinícius de Moraes


Paz profunda a todos os seres!

[Victor Hugo é: -... ou queria ser?- Poetinha Vagabundo]

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Criatividade estampada

Já se foi o tempo em que camisetas representavam uma peça básica no guarda-roupa de toda pessoa. Hoje em dia, estampas podem transformar uma simples camiseta em um outdoor para a criatividade. Ultimamente eu tenho conhecido uma série de sites nacionais que vendem camisetas divertidíssimas e pra lá de criativas, tudo isso porque descobri uma "máfia" desses produtos. Eu explico.

Pra começar, tenho que dizer (mais uma vez) que o Twitter é uma ferramenta da internet que eu passei a venerar. Bom, nem é pra tanto. Os motivos para isso eu não vou explicitar de todo. Cabe apenas ressaltar que o Twitter é uma ferramenta de integração incrível e que (com sua super divulgação em tempo real das mais variadas coisas) se torna um lugar perfeito para participar de promoções. Isso mesmo, promoções. Foi seguindo uma marca de camisetas que consegui ganhar numa promoção divulgada pelo Twitter (mesmo mesmo!).

Sendo seguidora de uma marca (e por vezes até divulgando alguns daqueles produtos que eu achava mais legais), acabei sendo (per)seguida por outras várias marcas de camisetas a fim de divulgar seus produtos. Não que eu esteja reclamando, muito pelo contrário. Isso fez com que eu viesse a conhecer muitos outros sites muito bacanas. E o melhor: todos eles nacionais. A partir de então, fiquei super empolgada para seguir outras marcas que fazem meu gosto e participar de mais promoções na esperança da sorte me sorrir outra vez. Isso também não me fez fugir às comprinhas básicas, né? Já comprei camisetas pelo menos umas duas vezes nesses sites.

E se por acaso você tem problemas em comprar qualquer coisa online (como eu também tinha), vai descobrir que é uma possibilidade bem interessante. Afinal de contas, muitas dessas lojas virtuais tem apresentado opções mais atrativas que as lojas, digamos, "reais". Um método seguro é o pagamento via boleto bancário. É dessa forma que costumo pagar as minhas compras. Mas vamos, então, ao tão esperado merchan. Reuni todas as marcas que acho mais interessantes e, dentre elas, algumas são famosas até e outras nem tanto. Vejamos!

RedBug foi a primeira marca que segui e a camiseta que ganhei na promoção foi de lá. Tem algumas estampas geek/nerd muito legais. #recomendo.
Logo em seguida, comecei a seguir a Reverbcity. Esta é a que mais gosto. Tem camisetas de bandas alternativas (etc) com um design bem diferente. Minha camiseta de lá chegou semana passada. Simplesmente adorei (1000 x).
SoundAndVision tem camisetas bem alternativas também, totalmente freak. Eu gosto. :B
A Camiseteria é a consagrada loja virtual de camisetas. Sem mais. Vale lembrar que a marca está sorteando toda sexta-feira uma camiseta para os seus fãs no Facebook.
Vinteeoito é uma outra opção. Com uma vantagem: frete de lá é grátis.
CamisetasDelivery é outro site que promete. Ainda tem poucas opções, é verdade, mas o frete também é grátis.
Nonsense é uma marca muito boa e faz jus ao nome.
A LinuxMall vende diversos produtos e, dentre eles, temos algumas camisetas. Nessa loja são vendidas camisetas da RedBug também e, às vezes, por um preço mais em conta do que daquela.
A NerdStore é uma loja do site JovemNerd, que ganhou o prêmio de melhor blog no VMB do ano passado. Como o próprio nome diz, tem produtos nerds. Eu gosto da camiseta Protocolo Bluehand.
E por último temos a AlgunsTormentos. Foi uma das primeiras que conheci dentre essas todas. Muito bacana também e tem um diferencial: você pode escolher uma opção para a camisa e outra para a estampa.

Essas são algumas dicas de sites. Já me perguntaram de onde eu havia tirado aquela minha camiseta "engraçadenha" e a resposta foi muito simples: da internet. Esses produtos são sim bem diferentes do que se acha por aí. Só a internet mesmo para apresentar uma gama de opções tão boa. Aliás, não só de camisetas, mas bottons, almofadas e muito mais. Espero que tenham curtido.

Foto: Camiseteria